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Homem, trajando sobretudo e bolsa preta, andando em direção à Praça do Comércio em Lisboa, Portugal.

Custo de vida em Portugal: quanto custa morar em terras lusitanas?

8 de junho de 20265 min de leitura

Atualizado em 30 de setembro de 2026

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Morar em outro país pode ser um sonho, mas antes de nos mudarmos é necessário prestar atenção em diversos fatores, sendo um deles o gasto. É importante planejar e saber como vamos nos adaptar a uma nova vida e o quanto isso vai pesar no bolso.

Portugal é um país que oferece uma gama de serviços, mas para quem procura viver lá, é importante se atentar ao custo de vida, preço de alugar ou comprar imóvel e cidade onde vai estabelecer residência. Todos esses fatores são essenciais para garantir a melhor experiência em terras lusitanas.

Salário mínimo e média bruta nacional

Em Portugal, o salário mínimo nacional é de 870€, representando um aumento de 50€ em relação ao ano anterior. A meta do governo português é de que o salário mínimo aumente a cada ano, atingindo os 900€ até 2026.

Contudo, a média salarial portuguesa é cerca de 1400€, o dobro do piso nacional. O valor pago varia de acordo com o trabalho exercido. Algumas áreas são mais rentáveis do que outras, ofertando mais cargos e maiores salários.

Os empregos mais bem pagos

Em Portugal, a qualificação é bastante valiosa na hora de procurar trabalho. Uma graduação oferece maiores possibilidades de ingresso e recolocação no mercado profissional. Os setores que mais empregam são o de TI, turismo e comércio e serviços, com a área de tecnologia da informação ofertando altas remunerações.

De acordo com dados do ManpowerGroup, os cargos de diretor-geral, CTO/CIO e diretor industrial são os mais bem pagos de Portugal, com remunerações que chegam aos 150 mil e piso salarial de 90 mil. Estatísticas

Já o desemprego situou-se em 6,4% em abril deste ano, segundo dados do INE (Instituto Nacional de Estatística), inferior ao período entre março e dezembro de 2024, com cerca de 5 milhões de pessoas empregadas contra 300 mil em situação de desemprego.

A cidade mais cara e a mais barata

Lisboa, a capital do país, é a opção mais cara para quem pretende morar em Portugal. O que aumenta o custo de vida para os “alfacinhas”, como são conhecidos os habitantes de lá, é a moradia. O valor do aluguel pode ser de um salário mínimo. Outras cidades, como Porto e Funchal, também apresentam despesas essências elevadas.

Em contrapartida, a cidade de Bragança é considera a mais barata do país. Fazendo fronteira com a Espanha, o município é rico em história, tendo servido como base da monarquia portuguesa durante a assinatura do Tratado de Tordesilhas. O aluguel fica em média de 300€ a 400€, sendo o m2 mais barato de Portugal.

O valor da cesta básica

 Em Portugal, a cesta básica (ou cabaz alimentar) custa, em média, 240€. A cebola, o macarrão parafuso e o café moído são os produtos mais caros. De acordo o DECO PROteste, órgão de defesa do consumidor português, a cesta aumentou 3,25€ desde o início do ano, conforme pesquisa de abril.

Já segundo o Observatório de Preços Agroalimentar, o preço dos 38 produtos que constituem a cesta básica subiu mais do que o salário mínimo. Enquanto a cesta básica configurou um aumento de 35% desde 2022, o piso salarial subiu apenas 23%.

Apesar da moradia representar, talvez, o maior empecilho na hora de se recolocar para Portugal, o país continua sendo um dos destinos mais baratos entre os países mais populares da Europa, com gastos sendo inferiores ao de outras nações, como França e Reino Unido.

E você, sonha em morar em Portugal, mas não sabe como? A Pátria Cidadania está aqui para te auxiliar nesse processo, com um vasto time de especialistas a disposição para te ajudar a ter sua cidadania reconhecida. Não perca tempo e entre em contato agora mesmo.

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Vinicius Gama
Autor

Vinícius Gama é sócio fundador e Especialista em Cidadania na Pátria Cidadania. Especialista em legislações europeias e análise documental, ele ajuda famílias a conquistarem o sonho da dupla cidadania com segurança jurídica. É o responsável técnico por orientar os processos e democratizar o acesso à informação no blog da Pátria.

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