
Cidadania Portuguesa para Marido: Como Obter pelo Casamento
Descubra como maridos podem obter cidadania portuguesa através do casamento. Guia completo com requisitos, benefícios e desafios.
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Todo mundo gosta de doce, principalmente depois do almoço ou jantar, ou entre refeições, para enganar a barriga. Um gostinho mais açucarado sempre ajuda a dar uma animada e levantar o astral.
Os doces portugueses, então, nem se fala. As iguarias lusitanas são de dar água na boca e são muito queridas não só em Portugal, mas como aqui também. Vamos ver algumas delas? Mas prepara a barriga porque vai dar fome!
Conhecido como pastel de nata aqui no Brasil, o Pastel de Belém foi concebido por monges do Mosteiro de Jerónimo, cuja receita continua a ser seguida pela confeitaria Pastéis de Belém, a mais antiga e especializada na produção desse quitute, desde 1837.
Essa iguaria só existe em Portugal. É um doce que pode causar certa estranheza, principalmente quando consideramos os ingredientes. Como pizza de chocolate, muita gente pode achar que nada de bom sai de uma mistureba de ingredientes doces e salgados, mas acredite, os Ovos Moles de Aveiro são reconhecidos até pela ONU!
A receita pode ser creditada às freiras dos conventos da região, que já trabalhavam ovos, principalmente na confecção da hóstia. Aliás, os Ovos Moles de Aveiro são feitos com a sagrada massa católica frequentemente consumida nas missas.
Mesmo com esse nome, a Torta de Azeitão não leva azeite ou azeitonas. Foi abençoada assim por ter surgido em Azeitão, na região de Setúbal.
A confeiteira Trinidad Cândido, fundadora da Pastelaria Cego, é a criadora desta iguaria que leva ingredientes já tão conhecidos na doçaria conventual. A massa fofa é à base de gemas e farinha e recheada com creme de ovos.
A Pastelaria Cego foi estabelecida em 1910 e ainda está em funcionamento.
Não se assuste, ao contrário do que parece o salame de chocolate não é uma linguiça com chocolate dentro. Pelo contrário, o salame de chocolate, apesar do nome, é um doce que não é cozido, sendo de fácil preparo e reconhecido por sua aparência que realmente lembra a carne.
O salame de chocolate é super fácil de preparar, levando chocolate, manteiga, açúcar, ovos e bolacha maria picada em sua composição. Os ingredientes são reunidos e modelados num formato cilíndrico, o que confere ao doce esse nome e sua reconhecível aparência.
Apesar de ser muito comum na doçaria portuguesa, o salame de chocolate é, na verdade, de origem italiana, tendo se popularizado em Portugal durante o século XX por sua praticidade, sendo bastante comum em festas infantis.
A origem da siricaia remonta, como a dos Ovos de Aveiro, à doçaria conventual, mais precisamente às freiras do Convento das Chagas de Vila Viçosa, no Alentejo. Por esse motivo, a região é comumente referida como o berço desse quitute, que vai ao forno com ovos, farinha, leite e açúcar.
Uma das principais características da siricaia são algumas rachaduras encontradas em sua superfície. Esse efeito “quebradiço” indica, na verdade, que a receita foi um sucesso. Essa sobremesa é comumente servida com ameixa de Elvas.
Basta olhar esse doce para saber porque ele leva esse nome. Dobrado como uma folha de papel que remete a um guardanapo, esse quitute português é um sucesso nas confeitarias portuguesas. É feito com pão de ló ou massa fina de torta.
Diferente de outras iguarias da confeitaria tradicional portuguesa, o guardanapo não tem suas origens em conventos ou mosteiros, sendo um exemplo de receita caseira que foi passada por gerações, se mantendo viva graças à tradição.
Esse doce pode remeter a duas coisas. A primeira é à cornucópia mitológica, que simboliza fartura. Mas também pode lembrar os cones recheados com doce de leite ou chocolate tão facilmente encontrados em lojinhas de conveniência aqui no Brasil.
A concepção deste doce é comumente creditada ao Mosteiro de Lorvão, em Coimbra. É mais uma das receitas da doçaria conventual portuguesa. A massa fina e crocante é feita com farinha, ovos e gordura ou banha. O recheio é um creme de ovos feito com gemas e calda de açúcar.
As freiras portuguesas conceberam a grande maioria dos doces lusitanos tão queridos e procurados em pastelarias de todo o país. É o caso do Pastel de Tentúgal, creditado às irmãs carmelitas do Convento de Nossa Senhora do Carmo, também em Coimbra.
O Pastel de Tentúgal é conhecido por sua massa fina e folhada, feita apenas com farinha e água e esticada até ficar quase transparente. Assim como a cornucópia, o recheio também leva ovos e açúcar em sua composição.
A queijada portuguesa tem um formato que se assemelha muito à nossa empada, mas diferente do salgado brasileiro, seu recheio leva queijo fresco, açúcar, gemas e ovos, farinha e canela, similar ao Pastel de Belém.
Sua concepção é creditada à vila de Sintra ainda no começo do século XX. Essa forma da queijada é a mais conhecida e é atualmente produzida pela Casa Piriquita, fundada em 1862 e ainda em funcionamento.
E para concluir, mais um prato associado à Sintra. O Travesseiro de Sintra é enrolado como um travesseiro (por isso o nome) e é feito com massa folhada, recheada com doce de ovos e amêndoa moída. Ainda é polvilhado com açúcar.
A receita do Travesseiro de Sintra, que continua a encantar os paladares de milhares de portugueses, é de autoria de Constância Gomes, fundadora da Casa Piriquita.
A doçaria portuguesa tem uma forte influência da confeitaria conventual, que moldou (literalmente) muitos dos quitutes tão apreciados não somente pelos portugueses, como pelos turistas e outras pessoas que vêm a Portugal experimentar um pouco mais da culinária lusitana.
Para além do papel da religião confeitaria portuguesa, outro fator que ocasionou tantas receitas deliciosas é a tradição, que foi passada entre gerações, mantendo viva a arte lusitana de fazer doces.
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