Culinária francesa: alguns pratos que você não pode deixar de provar

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Geral

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28 de ago. de 2025

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8 minutos

de leitura

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A culinária é um dos pilares da cultura francesa. Com uma variedade de pratos e sabores, é inegável que a França tem receitas de dar água na boca. Algumas surpreendem pelos ingredientes, mas no final, elas vão te conquistar pelo paladar.

Nós amamaos uma boa refeição tanto qualquer um. E quando se trata de comida europeia, não podemos deixar de experimentar. Por isso, listamos algumas das receitas mais populares e queridas pelos franceses. Você certamente vai ficar com água na boca.

Ratatouille

Um dos pratos mais conhecidos da culinária francesa, o ratatouille foi popularizado pelo filme de animação da Disney, que leva o nome da receita em um trocadilho com o protagonista do longa: um rato que sabe cozinhar e tem o chef francês Gusteau, inspirado em Bernard Loiseau, como seu ídolo.

O prato foi concebido por camponeses da região de Provença, que fica no sudoeste da França e faz fronteira com a Itália. O objetivo era aproveitar os legumes em fim de colheita, principalmente aqueles que estavam muito maduros.

Preparado com berinjela, tomate, pimentão e abobrinha, picados em fatias finas e cozinhados com molho de tomate e um fio de azeite. A versão popularmente conhecida do prato é a receita da chef Hélène Darroze, que também inspirou uma personagem de Ratatouille: a ambiciosa Colette.

Cassoulet

Muito parecido com a nossa feijoada, o cassoulet é um ensopado feito à base de feijão branco, que leva carne de porco defumada no vinho branco, incluindo bacon, joelho, lombo, bisteca e linguiça.

Acredita-se que o prato tenha surgido na cidade de Castelnaudary, durante a Guerra dos Cem Anos, que foi um longo conflito travado entre a França e a Inglaterra, durando do final do século XIV até o começo do século XV.

Diz a lenda que os habitantes da cidade precisavam cozinhar com o que tinham e que o cassoulet foi tão revigorante para os soldados que eles conseguiram proteger a área contra as forças inimigas. Um prato que realmente dá sustância!

Croissant

Não dá para falar de culinária francesa sem mencionar uma de suas iguarias mais conhecidas: o croissant. Hoje, o quitute já faz do cardápio dos mais diversos lugares: de padarias a quiosques em terminais de ônibus. Para comê-lo, não tem hora.

Mas o croissant não surgiu na França, como muitos acreditam. Na verdade, a receita veio de outro lugar: a Áustria. Antes do século XVIII, o povo austríaco já tinha o kipferl, considerado o ancestral do pãozinho amanteigado.

O croissant só foi chegar em terras francesas em 1839, trazido da Áustria pelo padeiro August Zang, que estabeleceu uma padaria austríaca que caiu nas graças dos franceses. Não demorou muito para que tentassem readaptar suas receitas à moda da França.

E em 1915, já no comecinho do século XX, surgia o croissant da forma como conhecemos hoje. O chef Sylvain Claudius Goy mudou a receita, trocando a massa de brioche por massa de fermento laminada, com acréscimo de manteiga. Assim nasci o croissant francês.

Escargot

O escargot é uma daquelas receitas que ainda divide opiniões, afinal de contas, alguns podem achar nojento a ideia de comer caracóis. E de fato, é isso que o prato é: caracóis terrestres comestíveis.

Mas calma lá. Apesar de ser sim um prato bem diferenciado, o escargot não é feito com qualquer tipo de caracol. Os mais procurados para preparo da receita é o do gênero Helix, como Helix Pomatia e o Aspersa.

O Pomatia, ou Bourgogne, chega a medir de 40 a 55 mm. Já o Aspersa, ou petit gris, alcança dos 30 aos 35 mm, sendo menor.

Existem diferentes versões do prato, cada um feita de maneira singular, mas a mais conhecida é a beurre d’escargot, preparada com manteiga temperada, alho e salsa. E aí, você experimentaria?

Quiche Lorraine

A quiche Lorraine, bem como o escargot, não é um prato de origem francesa, mas alemã. A palavra quiche deriva do alemão “küchen”, que literalmente significa “torta”. Mas como a receita foi parar nas mãos dos franceses? Senta que lá vem história... ou um resumo dela.

A receita foi concebida na região da Alsácia-Lorena, hoje conhecida apenas pelo primeiro nome. Para aqueles que prestaram atenção às aulas de história na escola, sabe que o território foi palco de diversas disputas territoriais entre França e Alemanha, com L’Hexagone saindo vitoriosa sobre as tropas de Hitler.

Com isso, o território passou a ser de domínio francês e junto dele, a receita também, que ganhou esse nome. Apesar da longa (e abreviada) história, é inegável que a quiche Lorraine é um dos pratos mais curtidos da culinária francesa no mundo, com diferentes versões de recheios que vão do peixe ao espinafre!

Contudo, a versão francesa da receita é recheada com queijo gruyère, produzido na Suíça, numa mistura com creme de leite, bacon e noz-moscada. Uma verdadeira iguaria da cozinha francesa, é um prato imperdível e a pedida perfeita para todas as ocasiões.

Tarte Tatin

As histórias acerca das origens dessa receita ainda divergem. A lenda mais conhecida envolve as irmãs Tatin, Stéphanie e Caroline, donas de um hotel em Sologne, região central da França. Stéphanie cuidava da cozinha e Caroline, da recepção.

Um dia, com a chegada de um cliente impaciente, Stéphanie se atrapalhou toda e acabou invertendo a ordem de preparo da torta. Como não queria desperdiçar os produtos e precisava servir a receita o mais rápido possível, acabou optando por servi-la assim mesmo. E assim, nascia a tarte Tatin.

Contudo, muitos estudiosos de gastronomia e sua história afirmam que a receita já existia muito antes das duas irmãs, que de fato existiram e tinham a tarte Tatin como prato carro-chefe da casa. Qualquer que seja sua origem, essa deliciosa torta é icônica e uma das sobremesas mais populares da França. Tamanha é sua popularidade que a tarte Tatin tem até festivais e concursos em sua homenagem

A tarte Tatin é uma torta vai ao forno com maçãs previamente caramelizadas em açúcar e manteiga, com massa que pode ser tanto tradicional quanto folhada. Uma especiaria francesa, é a sobremesa perfeita para depois do almoço ou jantar.

Rabanada

Conhecida também como french toast, não existe uma origem certa para a rabanada que, aqui, é comumente consumida no natal, seja no café da manhã ou no lanche da tarde, ou até mesmo como uma sobremesa da ceia, se juntando ao panetone como um docinho natalino.

Mas por que french toast, então? Porque apesar da receita remontar ao século XVI e ter sido executada em diversos lugares diferentes da Europa, a rabanada francesa é a maneira como essa guloseima se popularizou, embebida em um líquido caramelizado e coberto com uma leve camada de açúcar.

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